Apoio a Julio Severo.

Março 31, 2009

Carta aberta aos amigos do Blog Julio Severo

Estimados amigos

Cheguei a um novo lugar, estando agora fora do Brasil e distante dos amigos. Não foi uma decisão fácil. Aliás, foi a única alternativa.

Por causa de uma queixa de 2006 da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, o Ministério Público Federal (MPF) vem procurando minha localização. A queixa é “homofobia”.

É verdade que não há no Brasil nenhuma lei de “homofobia”. Mesmo assim, o MPF recentemente intimou um amigo meu a prestar informações sobre minha localização. Meu amigo tentou, com a ajuda de um advogado judeu, dizer que ele não é responsável pelo conteúdo do meu blog.

Contudo, o MPF não aceitou a defesa dele, e continuou pressionando-o com o único objetivo de saber onde está Julio Severo.

Portanto, diante desse absurdo, vi-me forçado a sair do país com minha família: uma esposa com gravidez avançada e duas crianças pequenas. Estamos neste momento num lugar totalmente estranho. Que escolha tínhamos?

Além da queixa da Associação da Parada do Orgulho Gay, outras entidades e indivíduos homossexuais também entraram com ações e queixas no MPF contra meu blog por “homofobia”.

Saindo do país, esperamos aliviar as pressões das autoridades sobre amigos inocentes.

Eu queria poder aqui registrar publicamente os nomes de todos os que me ajudaram a fazer esta difícil viagem ao exterior, mas não ouso fazê-lo, consciente de que o MPF não poupou nem mesmo um amigo meu inocente. Só revelarei que o grande filósofo brasileiro Olavo de Carvalho muito colaborou. Se o MPF quiser processá-lo, a localização dele está nos EUA.

Se quiserem continuar com suas ações absurdas contra mim por “homofobia”, aviso que não estou mais no Brasil. Deixem meus amigos em paz.

Entretanto, dou outro aviso. Não me calarei. A voz que Deus me deu continuará sendo usada para alertar o Brasil, quer eu esteja na Índia, no Quênia, na Nicarágua ou qualquer outro país do mundo.

Servir a Deus e falar a verdade custa um preço alto. Oro para que Deus dê a cada um dos leitores do meu blog a coragem de pagar esse preço.

Convido-os também a ajudar para que minha voz não se cale. Daqui do meu exílio no exterior, num lugar totalmente desconhecido para nós, quero continuar a alertar o Brasil. Deixei o Brasil fisicamente, mas não em espírito.

Se puder ajudar a colaborar comigo e com minha família, por favor ore e também envie contribuições, pois é um momento de necessidade para nós. Se Deus o tocar para ser um colaborador regular, aceite o desafio de Deus.

Par depositar sua contribuição, clique aqui ou use esta informação:

Julio

Conta corrente 02399-0

Banco Itaú Agência 5649

Chegamos ao aeroporto e tivemos a grata surpresa de ver um pastor que viajou de avião de outra cidade apenas para nos dar as boas vindas. Deus o tocou para que ele viesse nos receber. Só havia ele ali, mas foi muita bênção, pois nada conhecemos aqui!

Hoje, enquanto estávamos tomando o café da manhã, uma TV estava ligada, e o primeiro programa que vimos nesta língua estava tratando de opções sexuais e “casamento” gay. Nesta mesma noite, tive um sonho onde vi a obsessão da agenda gay alcançando este país onde estamos. Esse foi o meu primeiro sonho neste país.

Contudo, somos peregrinos de Deus, e nossa cidadania é do Reino de Deus. Estamos debaixo da autoridade do Rei do Universo.

Um dia Lula, cujo governo hoje intima os inocentes por “crime” de “homofobia”, será obrigado a comparecer diante do supremo Juiz, onde sua condenação é certa.

Que Lula não ouse rir da minha situação, pois a hora dele e de seu mestre está chegando.

Conto com seu apoio e cooperação neste momento,

Julio Severo


Che: el argentino

Março 31, 2009

Ipojuca Pontes | 30 Março 2009

Por insistência de um amigo cinéfilo, vi a primeira parte do filme-propaganda “Che” (Che: el argentino), de Steven Soderbergh, cineasta que faz hora e vez no pedaço faturando em cima de causas “politicamente corretas”. Vi, e logo me arrependi, pois o longo comercial sobre a revolução de Castro e aliados, para além de ser um enfadonho clichê, é também produto extremamente mentiroso. (A segunda parte da exegese sobre a guerrilha de Guevara na Bolívia, que leva mais duas horas, não me pegará: minha cota de tolerância se extinguiu).


Certo, caro leitor, mentira e revolução são, em essência, irmãs siamesas – mas a incensada revolução de Castro, em especial, pela quantidade abusiva da invencionice arquitetada, excede qualquer expectativa. Com efeito, em torno de “la revolución cubana”, os comunistas e seus agentes culturais construíram uma tão monstruosa cadeia de embustes, que fica difícil, senão impossível, diante dela o leigo não sucumbir. (Basta ver que, apesar do completo fracasso da experiência sanguinária, ainda cresce o número de pessoas que, a cada instante, mergulhadas numa estranha espécie de psicopatia, nela passam a acreditar).

No caso do filme de Soderbergh – baseado nas “Passagens da Guerra Revolucionária”, do próprio Guevara, contando com roteiro do “companheiro de viagem” Peter Buchman (corrigido, antes das filmagens, por censores “especialistas” do Centro Che Guevara, em Cuba) – a falta de compromisso com a verdade tornou-se tão visível, que nem mesmo os escribas do “Granma”, depois de sua exibição em Havana, conseguiram livrar a cara: “A obra não tem fidelidade absoluta aos feitos históricos” – diz o jornal do PC cubano. “Tratam a figura revolucionária (Che) de forma respeitosa e admissível, mas carece de emoção. Algumas reações têm tons falsos e são imitações dramatizadas demais, sobretudo nas cenas em que aparecem Fidel e Camilo Cienfuegos. Os feitos (narrados) viraram um mostruário dos primeiros anos da revolução, mas falta (ao filme) carisma e profundidade”.

(Quer dizer: nem seguindo a cartilha oficial da ditadura de Castro, antecipadamente consultada, o spaghetti-propaganda – rodado na Espanha e pago com os bem nutridos recursos do comunismo internacional – consegue convencer).

Mas em que o “Che” de Soderbergh mente? Eis a resposta: em tudo. Do primeiro ao último fotograma, nada do que o filme projeta – sem porejar o mínimo  contraditório – deixa de ser uma manipulação grosseira dos fatos, coisa em que os comunistas, sejamos justos, são indiscutíveis mestres. Um exemplo: no início do filme, uma cena de arquivo registra solenidade em que Fulgêncio Batista sorri ao lado de pretensa autoridade americana, dá a entender ao espectador que o “imperialismo ianque” segurou o sargento-ditador no poder.

Muito bem. Pode-se ventilar que a presença do governo americano por trás de Batista já é uma verdade consolidada no inconsciente coletivo, não é mesmo? No entanto, é bom ressaltar, ela não passa de uma mentira deslavada, que filmes de propaganda made-to-measure por Soderbergh et caterva só ajudam a estabelecer como verdade histórica inquestionável – a verdade que se fez lenda perniciosa, necessária à manutenção do mito, mas que soterra os fatos tais como ocorreram. E os fatos, neste caso, bem documentados nos arquivos do Congresso americano,  foram os seguintes:

No inicio de 1960, o ex-embaixador dos Estados Unidos em Cuba, Earl T. Smith, em depoimento prestado ao Senado sobre o papel do Departamento do Estado e da CIA junto ao exército rebelde, declarou de peito aberto: “Nós colocamos Castro no poder, e agimos a seu favor tanto no aspecto moral quanto material”.

Antes, em 1959, ao tempo em que o governo  americano embargava o envio de armas para as tropas de Fulgêncio Batista, o embaixador Smith, em pessoa, pressionava para que o ex-sargento telegrafista deixasse o País, negando-lhe, quando solicitado, a concessão de exílio nos Estados Unidos. Por sua vez, Robert Weicha, agente da CIA em Santiago de Cuba, afirmava na Comissão de Justiça do Congresso,   depois da fuga de Batista: “Eu e meu staff éramos todos fidelistas. Todo mundo na CIA e todos no Departamento de Estado eram pró-Castro”.

(Convém ainda lembrar ao leitor que os EUA foram um dos primeiros países a reconhecer oficialmente o governo de Castro, afiançando-lhe, em seguida, subsídio de U$ 200 milhões – uma bagatela se comparado aos bilhões de dólares que a gang de Castro e Guevara roubou dos empresários cubanos e americanos então em fuga da ilha-cárcere).

Outra patacoada do filme diz respeito à tomada da cidade de Santa Clara, o grande feito militar de Guevara. Pois bem, ele não existiu, ou melhor, tudo não passou de um blefe: diante do descarrilamento de um trem que transportava armas, nos arredores da cidade, o Che, usando da malandragem portenha, levou o comandante adversário a acreditar que os seus 500 soldados estavam cercados por 2.300 guerrilheiros, quando na realidade a guerrilha não tinha mais de 300 homens. De posse das armas transportadas no trem, e com a fuga da guarnição militar do governo em queda, tomar Santa Clara não passou de um piquenique.

A produtora de “Che”, Laura Brickford, comunista articulada, prefigurando Gramsci, abriu o jogo sobre as suas pretensões revolucionárias: “Os valores de Che Guevara são universais e o filme tenta levantá-los; a questão é como implementá-los de uma forma diferenciada. O objetivo do filme é levantá-los novamente”.

Ou seja, incensando o mito, Lady Laura quer ver pelo mundo mais ditaduras sangrentas, como às que foram impostas pelos irmãos Castro (com a coadjuvação do Che), que só levaram o povo cubano ao sofrimento, à fome e a ausência da mais tacanha liberdade, inclusive a de ir e vir, tal como demonstra o caso recente dos dois boxeadores exilados nos Estados Unidos.

O que fazer com uma gente assim?

FONTE: Mídia Sem Máscara.

Divulgação: Carlos Latorre.


Relativismo moral e aborto.

Março 31, 2009

Percival Puggina | 23 Março 2009


Não por acaso, Paul Johnson abre seu extraordinário “Tempos Modernos” com um capítulo sobre o relativismo moral. Trata-se de tema central do século. Johnson adota como ponto de partida para suas reflexões a meticulosidade que marcou o trabalho de Einstein na Teoria da Relatividade. Como se sabe, a comprovação foi alcançada com medições astronômicas feitas durante o eclipse de 29/05/1919. Naquela noite, enquanto a Física era erguida a novos degraus, muitos filósofos deslizavam pelo corrimão, extraindo do fato mais do que ele podia fornecer. Se tempo e espaço são relativos – alardearam – não há mais verdades nem certezas; não há mais certo nem errado. Era o clarim de alvorada para o relativismo moral. E era o avesso de tudo pelo que Einstein se empenhara. Sua contrariedade diante da apropriação
indébita da relatividade pelo relativismo foi tanta, registra Paul Johnson, que o grande homem da ciência arquejou: soubesse disso teria preferido ser relojoeiro!

Uma coisa é reconhecer a incerteza que caracteriza certas áreas e etapas do conhecimento. Outra é armar barraca nos porões da dúvida sobre tudo e todos. No entanto, a moral relativista alonga os cílios,
requebra os quadris e se faz sedutora pela completa liberalidade que disponibiliza. Eu acho, tu achas, ele acha e ninguém tem nada com isso, tá sabendo mano? E a mente, por esse caminho, vai virando uma
pipoqueira de dúvidas confortáveis. Se tudo é incerto e relativo não há valores permanentes, limites determináveis nem proibições admissíveis. Família já era, postes fazem xixi nos cachorros e alunos
espancam professores.

Vá que seja, estou exagerando um nadinha porque os relativistas têm lá suas convicções. Poucas, mas têm. Uma delas, por exemplo, afirma que os totalitarismos se fundam sobre certezas que não admitem
contestação. Estão corretos. É fato histórico. Mas então nem tudo é tão incerto? Existem algumas certezas? Tipo assim: o Inter venceu o Gre-Nal? Os totalitarismos são uma grande droga? Assino embaixo.

Testemos outro acordo: o fato de que só o aborto consegue ceifar mais vidas humanas do que o comunismo entra, também, nessa galeria dos nossos consensos? Suspeito que não. Os militantes do ceticismo olham para um feto com 10 semanas de gestação – cabeça, tronco, membros,
coraçãozinho pulsante, pezinhos de um centímetro – e sugerem tratar-se de “coisa”. Coisa expurgável, como muco nasal, ou extraível, como cálculo biliar. Percebeu o paradoxo, leitor? Esse duvidar a tal ponto
dos próprios olhos ou é um problema oftalmológico (uma catarata da Razão), ou é o máximo em matéria de fé! Fé na própria dúvida, a despeito de toda evidência.

Os relativistas escamoteiam o fato de que suas incertezas também determinam uma “moralidade”. E é uma “moralidade” pimpona, cheia de si, do topo de cujos saltos altos exerce sua militância materialista,
antiteísta e anticatólica. Atenção, porém! Nada há de novo ou moderninho nesse combate à moral contida nos Dez Mandamentos e no Direito Natural. O estado ateu, o apartheid que transforma em
subcidadãos os que têm fé, o direito sem referências morais e o materialismo como religião são as unhas e os dentes de sistemas que patrocinaram e patrocinam os grandes horrores dos últimos cem anos. É
tudo coisa já testada. E reprovada. Seu alvo são as virtudes e os valores inerentes à tradição judaico-cristã, arrimo dos princípios da dignidade da pessoa humana, do bem comum, da solidariedade, do zelo
prioritário pelos mais carentes e de todos os grandes fundamentos da Justiça.

FONTE: Mídia Sem Máscara.

Divulgação: Carlos Latorre


A guerrilha comunista mais rica do mundo

Março 30, 2009


Já é claro há tempo suficiente que o objetivo maior do MST é instaurar o comunismo no Brasil. A conversa fiada de “reforma agrária” serve apenas como desculpa romântica para os crimes que os soldados de João Pedro Stedile cometem pela causa revolucionária. Aliás, muitos dos atuais “sem terra” são desempregados das cidades, seduzidos pela promessa do outro mundo possível e que não fazem idéia do que seja agronegócio, luta de classes ou ditadura do proletariado.
Pense: por que o MST ataca a Vale? Qual é a justificativa que o MST tem para, por exemplo, destruir estufas e plantações de eucalipto? O que a Vale e o eucalipto têm a ver com reforma agrária? Nada. É apenas a velha manifestação do ódio revolucionário contra o empresariado, a iniciativa privada, o capitalismo. É a raiva entorpecente que os parasitas têm do setor produtivo.
A exortação a seguir foi feita em 2003 por Stedile:
“A luta camponesa abriga hoje 23 milhões de pessoas. Do outro lado há 27 mil fazendeiros. Essa é a disputa. Será que mil perdem para um? É muito difícil. O que nos falta é nos unirmos, para cada mil pegarem um. Não vamos dormir até acabarmos com eles.”
O sangue que ferve de ardor revolucionário é o mesmo que mata quem obstrui a estrada para o futuro glorioso. Quando os vigias da fazenda em Pernambuco foram executados com tiros na cabeça, Jaime Amorim, coordenador nacional do MST, foi claro: “Os que matamos não foram pessoas comuns. Eles foram contratados para matar, eram pistoleiros violentos”.
Quem guarda a chave do amanhã radiante se sente à vontade para decidir quem é “pessoa comum” e quem não é. É juiz e executor. Por que se preocupar com o direito à vida, à propriedade e outras futilidades pequeno-burguesas quando se vislumbra no horizonte a República Democrática Popular do Brasil?
O MST não seria o que é hoje sem a inestimável colaboração da intelectualidade de esquerda. Essa gente se encarrega de embelezar o processo revolucionário e apresentar invasores e assassinos como vítimas da “sociedade”. Nenhuma ONG foi consolar as famílias dos vigias executados. Nenhum padre de passeata da Teologia da Libertação foi consolar os órfãos. A turma dos direitos humanos tirou férias. Os articulistas bacanas e conscientes da imprensa politicamente correta silenciaram. O terror é legitimado como resistência ao “sistema”, ao “neoliberalismo”, à “mídia golpista”, ou a qualquer outra entidade folclórica que convenha à situação.
Mesmo assim, o endosso intelectual sozinho não seria capaz de proporcionar ao MST seu poder atual. A Folha de hoje traz a seguinte notícia (grifos meus):
MST multiplica entidades para não perder repasses federais
O governo federal repassou R$ 152 milhões desde 2003 a pelo menos 43 entidades cujos dirigentes são ligados ao MST (…) Criado em 1984, o MST não tem CNPJ e não pode receber recursos públicos diretamente, o que o levou a criar entidades para isso, como Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola) e Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária).
O governo federal usa o dinheiro gerado pelo setor produtivo, o mesmo que o MST eliminaria sem pestanejar, para financiar a agenda revolucionária de um movimento convenientemente fantasma. É um caso de transferência de renda só existente no Brasil: os pagadores de impostos bancam uma seita marxista para que ela invada fazendas, queime plantações, saqueie armazéns, destrua máquinas, bloqueie rodovias e doutrine crianças e adolescentes com a ideologia mais sangrenta da história da humanidade, responsável pela fabricação de 100 milhões de cadáveres no século passado.
O MST é a guerrilha comunista mais rica do mundo. É o maior latifundiário do Brasil e o mais bem relacionado. Seus aliados estão na academia, onde sua atuação terrorista é romantizada, e no governo, onde o cofre está sempre aberto. O MST não esconde suas intenções e trabalha a céu aberto. Quem não estiver interessado em acreditar nos próprios olhos e ouvidos pode se contentar com o papo de “reforma agrária”.
Divulgação: Carlos Latorre

Tarso Genro é o ministro da Justiça de Orwell

Março 30, 2009

Bruno Pontes | 26 Março 2009

No 1984 de George Orwell, o Ministério da Verdade cuida da propaganda; o Ministério da Paz cuida da guerra; o Ministério do Amor é responsável pela polícia ideológica. No Brasil, o ministro da Justiça é Tarso Genro. Quando os boxeadores cubanos se desgarraram de Fidel Castro em solo brasileiro, Tarso Genro tomou as providências necessárias para que os desgraçados traidores da causa fossem imediatamente mandados de volta para a ilha particular do comandante. Tudo muito rápido, sem burocracia. O democrata Hugo Chávez se solidarizou e emprestou um avião para fazer o translado das mercadorias na calada da noite.


Já Cesare Battisti é um herói. Matou pela causa. Merece todas as regalias. Tarso Genro não vai permitir que nada de mal aconteça ao assassino que é chamado por seus amigos no Brasil pelo rótulo inofensivo e um tanto romântico de “ativista”. Embora seja um proletário armado pelo comunismo, Battisti não procurou abrigo em Cuba. Não é burro. Sabe que lugar bom para ele é no país onde o PT manda.

Quando os guerrilheiros do MST decidiram que os vigias da fazenda em Pernambuco deveriam ser perseguidos e executados com tiros na cabeça, Tarso Genro afirmou que não havia motivo para preocupação: as execuções promovidas por bandidos financiados com dinheiro público foram só uma ação uma pouco mais “arrojada”. As famílias dos vigias assassinados ouviram isto do governo brasileiro: “ação arrojada”, e nada mais.

Já os arrozeiros de Roraima são uma peste que precisa ser eliminada, e eliminada logo. Tarso Genro avisou nesta terça, 24 de março, que “a Força Nacional já está alertada, parte dela já está preparada para uma intervenção, se isso for necessário”. Ele disse mais: “Nós esperamos que a saída das pessoas que estão ocupando ilegalmente terras públicas, terras indígenas, seja uma saída pacífica”. Produzir arroz e empregos em Roraima é uma ação arrojada demais, e tudo tem limite. Tá na hora de botar aqueles cachorros pra correr.

Tarso Genro é autor de uma apologia de Lênin, o que já basta para saber que sua concepção de justiça é baseada única e exclusivamente nos interesses do partido. Há poucos meses, ele contou orgulhoso à revista Caros Amigos que o governo Lula havia avançado “um passinho” rumo ao socialismo. Por que a modéstia?

FONTE: www.brunopontes.blogspot.com

Divulgação: Carlos Latorre


Carta Aberta ao Santo Padre Bento XVI

Março 30, 2009

Pe. João Batista de A. Prado Ferraz Costa | 30 Março 2009

Beatíssimo Padre.

Prostrado aos pés de Vossa Santidade, venho, respeitosamente, por meio desta, manifestar-lhe minha fidelidade incondicional na qualidade de sacerdote católico incardinado na Diocese de Anápolis.

Tenho acompanhado com tristeza e indignação todos os ataques dirigidos contra Vossa Santidade, verdadeiros atos de rebeldia, por parte de pessoas que perderam a fé católica ou se deixaram enredar por falsas doutrinas e, assim, são incapazes de avaliar com justeza as medidas prudentes e zelosas de Vossa Santidade com o intuito de promover o bem da Igreja e preservar a integridade da fé católica.

Desejaria dizer a Vossa Santidade que lhe sou particularmente grato pelo motu proprio Summorum Pontificum e pelo decreto de revogação das excomunhões declaradas em 1988 contra Mons. Marcel Lefèbvre, D. Antonio de Castro Mayer e os 4 bispos então consagrados.

Com a liberdade de um filho que confia em seu pai, devo dizer a Vossa Santidade que, tendo nascido em 1962 em uma diocese do interior do Estado São Paulo, assisti à degradação da vida espiritual católica promovida pela teologia da libertação e em nome do Concílio Vaticano II: igrejas destruídas e profanadas, a liturgia completamente dessacralizada, a educação católica, garantia da transmissão dos valores perenes, abolida com o fechamento de antigos colégios, porque se dizia serem apenas instituições a serviço da burguesia e contra as classes oprimidas. Um número incalculável de publicações (cartilhas, panfletos, folhetinhos de missa) espalhou todos esses anos entre os católicos a grosseria, a imoralidade e a heresia, de modo que se gerou um ambiente insuportável. É inútil e impossível mencionar todas as calamidades que se abateram sobre os católicos, e Vossa Santidade tem pleno conhecimento da realidade.

Digo isto apenas para confessar a Vossa Santidade que, se eu e minha família preservamos a fé católica, foi graças ao combate travado por sua S. Exa. Revma. Mons. Lefèbvre. Com efeito, verificamos que ele tinha razão em convocar os católicos para lutar contra tantos desmandos e abusos.

Em 1988, quando foi assinado um protocolo de “acordo” entre a Fraternidade Sacerdotal São Pio X e a Santa Sé, no qual se previa a conveniência de que fosse sagrado um bispo eleito entre os padres da Fraternidade e, como não se superasse o obstáculo da fixação de uma data para tal sagração, pareceu-nos que Mons. Lefèbvre tinha o direito de proceder ao rito sagrado.

Decorridos tantos anos, estou convencido de que o venerável bispo agiu bem. Os frutos de sua obra são bênçãos e graças para toda a Igreja. Não tivesse ele agido com prudência e fortaleza então, certamente não existiria a Fraternidade Sacerdotal São Pedro e muitos outros institutos ligados a Ecclesia Dei Adflicta. Eu mesmo não teria sido ordenado presbítero no rito tradicional em 1996 pelo cardeal Stickler em atenção às letras dimissórias de meu antigo bispo D. Manoel Pestana Filho. E, certamente, o “progressismo católico” teria avançado muito mais como força devastadora da Vinha do Senhor.

Por isso, expresso hoje minha gratidão a Vossa Santidade e reverencio a memória dos dois bispos que ajudaram tantos católicos a conservar a fé em tempos tão atribulados.

Gostaria ainda de dizer a Vossa Santidade que são numerosíssimos os padres que o apóiam por ter, por exemplo, ordenado a correção da tradução da forma da consagração do cálice na Santa Missa e não se conformam com o descaso da hierarquia em cumprir a ordem emanada de Roma. O zelo de Vossa Santidade pelo decoro da sagrada liturgia nos conforta. Há muitos padres que desejariam seguir o exemplo de Vossa Santidade em suas paróquias, mas temem represálias da parte dos seus ordinários.

Igualmente, quero assegurar a Vossa Santidade que foi enorme a satisfação dos verdadeiros católicos com a atitude digna do arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho OC, por ter recordado que os católicos que cooperaram com a prática do aborto naquela cidade incorreram em excomunhão latae sententiae. São gestos como este que confirmam os católicos em sua fé. Foi, por outro lado, vergonhoso e lamentável ver outros bispos censurarem a atitude coerente do arcebispo D. José Cardoso Sobrinho.

Seja-me permito, finalmente, rogar a Vossa Santidade uma providência especial para proteger o Brasil, o maior país católico do mundo, de uma gravíssima ameaça que paira sobre a Terra de Santa Cruz. Vivemos há quase oito anos sob um governo socialista que tem adotado uma política anticristã na área do direito da família e da vida. O atual governo tem o propósito de introduzir a legalização geral do aborto e da união civil homossexual. Tudo isto está previsto no programa político do Partido dos Trabalhadores, partido do governo. A candidata do governo à presidência da República no próximo ano já fez declarações neste sentido. Apesar da absoluta incompatibilidade de suas propostas políticas, a referida senhora tem exercido nas concentrações carismáticas o ministério de leitora nas missas, em franca campanha política. Com efeito, isto nos desconcerta.

Quando se trata de assuntos de grande relevância moral e para a salvação das almas, não se observa da parte da hierarquia tanto empenho para não dizer que há dolorosa omissão ou cumplicidade. Atitude como a de D. Cardoso é uma gota de água pura no mar morto. Mas quando se trata de assuntos técnicos ou sócio-economicos observa-se uma indiscreta ingerência, que só redunda em descrédito da Igreja. Permito-me recordar a Vossa Santidade o episódio da transposição do rio São Francisco ou mais recentemente a absurda demarcação de território indígena em região rica em minérios (uma ameaça à soberania nacional), com apoio do Conselho Indigenista Missionário, órgão ligado à CNBB.

De maneira que, diante da gravidade da situação atual do Brasil, rogo a Vossa Santidade que, assim como Pio XII (cuja memória Vossa Santidade tem reverenciado) salvou a Itália do perigo comunista arregimentando os católicos, assim também agora ajude a salvar o Brasil da perpetuação de uma tirania socialista e anticristã, que se instaurou entre nós com os préstimos da “esquerda católica”

Rogo a bênção de Vossa Santidade sobre minha pessoa e sobre todos fiéis da Capela Santa Maria das Vitórias em Anápolis, consagrada por Dom Pestana em dezembro do ano passado. Asseguro a Vossa Santidade nossas fervorosas orações ao Imaculado Coração de Maria para que Nossa Senhora o proteja da maldade dos seus inimigos.

Anápolis, 27 de março de 2009
Festa de São João Damasceno
Pe. João Batista de A. Prado Ferraz Costa
http://www.santamariadasvitorias.com.br/

FONTE: Midia Sem Máscara.

Divulgação: Carlos Latorre


Professor australiano denuncia cobiça tributária por trás do bluff do “aquecimento global”

Março 28, 2009


A Terra não aqueceu, mas esfriou, mostrou Bob Carter, professor adjunto de geologia na Universidade James Cook
Não somente a temperatura média da Terra não aqueceu, mas esfriou. mostrou Bob Carter, professor adjunto de geologia na Universidade James Cook, no jornal “The Australian”.

Ao longo dos últimos anos, escreveu o prof. Cook, vem sendo registrados sinais climáticos mais frios do habitual em todo o mundo, levando muitos cientistas a questionar a moda, já muito desatualizada, do alarmismo com o aquecimento global”.

O alarmismo, entretanto, apela para casuísticas meteorológicas que na prática dizem muito pouco sobre as alterações climáticas em escala global.

A partir da virada do século 21 todos os indicadores de temperatura caíram. As temperaturas atmosféricas globais atingiram um pico em 1998. Mas, o planeta não aquece desde 1995 e esfria desde 2002.

Entretanto, explica Carter, não falta quem, subserviente dos boatos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) anuncia que o mundo aquece e nega os próprios dados científicos.

Isto é algo muito estranho. Como é que pode acontecer?

Richard Branson oferece U$ 25 mi contra aquecimento global e verdes apocalípticos lucram bemNa base das hipóteses alarmistas encontramos sempre os célebres modelos climáticos de computador.

De fato, quando os computadores são alimentados com dados iniciais adequados, os modelos matemáticos podem calcular o estado futuro do clima. Mas, o fato é que os cientistas não chegaram ainda a uma completa compreensão do sistema climático, indispensável para alimentar corretamente os computadores.

E, então, os modelos dizem o que bem entendem os introdutores dos dados que não conhecem bem o clima…

Há outros cientistas que em vez de presumir que entendem completamente o clima, procuram prospectar o futuro com os dados do mundo real.

Os trabalhos do geólogo russo Sergey Kotov (2001); dos cientistas também russos Klyashtorin e Lyubushin (2003); do cientista americano Craig Loehle (2004); dos chineses Lin Zhen-Shan e Sun Xian (2007); do italiano Adriano Mazzarella (2008) apontam a existência de um ciclo climático de 60 anos na oscilação da temperatura global.

Os dados empíricos, e os modelos frutos desses trabalhos elaborados com técnicas fundamentalmente diferentes concordam em que estamos na fase de esfriamento dentro desse ciclo.

Políticos fingem acreditar em aquecimento global para aumentar impostos. Presidente Chirac promoveu Porém, aqui começa a verdadeira charada.

Um pouco por toda parte, os governos parecem obedecer submissamente ao lobby verde catastrofista.

Mas, em verdade, eles sonham com introduzir um imposto sobre a emissão de dióxido de carbono. Esse imposto será uma fonte de renda com base num gás invisível, inodoro, insípido e muitas vezes impossível de mensurar. É uma fonte de ouro que vai ser sugada da inocência pública. Só uma forte revolta dos contribuintes deterá esse imposto na Austrália, sublinhou Carter.

A atual crise financeira deveria levar os políticos a não desperdiçar dinheiro em falsas soluções para problemas inexistentes. Porém para aumentar a receita tributária favorecem uma propaganda infantil apoiada em provas circunstanciais e em jogos de computador, concluiu o prof. Carter.

FONTE: http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/

Divulgação: Carlos Latorre


ARtigo – Olavo de Carvalho

Março 28, 2009

Da mentira à impostura

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 26 de março de 2009

Mentiroso compulsivo é aquele que, desmascarado, não dá o braço a torcer: persiste na mentira, adorna-a de novos floreios, jura, esbraveja, argumenta, e tanto insiste que acaba deixando o interlocutor em dúvida. Porém mais perverso ainda, um sociopata em toda a linha, é aquele que, em tal situação, se faz de desentendido e continua falando no tom da maior normalidade e segurança, como se nada tivesse acontecido. Aí a mentira singular se transmuta em impostura permanente, estrutural, alterando de uma vez o quadro das relações humanas e quebrando, na alma do ouvinte, não a confiança nesta ou naquela verdade em particular que ele julgava conhecer, mas no próprio valor da verdade em geral. No primeiro caso, a mentira buscava imitar a verdade, parasitando o seu prestígio; agora ela se impõe por seus próprios méritos, como um valor em si, independente e superior à verdade. Perplexo e atordoado pelo fascínio da insanidade, o ouvinte se vê atraído para dentro de uma espécie de teatro mágico, onde o preço do ingresso é a abdicação não só do poder, mas do simples desejo de conhecer a verdade.

Pois bem, esse é o jogo criminoso, sórdido e indesculpável, que a “grande mídia” brasileira inteira, sem exceção, tem jogado com seus leitores desde que se tornou impossível continuar negando e ocultando, como o fizera ao longo de dezesseis anos, a existência e o poder descomunal do Foro de São Paulo.

Agora, quando tocam no assunto que antes evitavam como à peste, nossos jornais o fazem no estilo distraído e anestésico de quem falasse de coisa banal e rotineira, que tivesse estado presente nas suas páginas desde sempre, com a regularidade das colunas de turfe e das histórias em quadrinhos.

Seriam mais decentes e toleráveis se persistissem na mentira, negando o óbvio com aquela intensidade louca do fingidor histérico, que grita e gesticula para se persuadir a si mesmo daquilo em que, no fundo, não pode acreditar. Entre o histérico e o sociopata vai toda a distância que medeia entre a paixão e o cálculo, entre a doença e a maldade, entre a explosão de um sintoma neurótico e o planejamento frio de um crime.

Relatando a vida de Vanda Pignato, a militante comunista brasileira que acaba de se tornar a primeira-dama de El Salvador, a Folha de S. Paulo do dia 23 informa, de passagem, meramente de passagem, que a referida “participava das reuniões do Foro de São Paulo, articulado pelo petismo e controvertido por já ter permitido a participação das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), convertida em narcoguerrilha”.

Não é uma belezinha? A mais poderosa organização política da América Latina, financiada por fontes misteriosas jamais investigadas, autora suprema da articulação clandestina que ludibriou povos inteiros durante uma década e meia e salvou o comunismo da extinção mediante o ardil de fazer-se de morto para assaltar o coveiro, de repente aparece como uma entidade normal, legítima como qualquer partido político, só vagamente “controvertida” por ter “permitido a participação” da narcoguerrilha colombiana! Como se o Foro tivesse se limitado a isso, em vez de prestar apoio unânime e incondicional às Farc, acusando o governo colombiano de “terrorismo de Estado”! Como se entre as fontes de sustentação financeira de um movimento tão vasto e dispendioso fosse dispensável, pela origem espúria, o dinheiro do narcotráfico! Como se do Foro não participassem também outras organizações criminosas, por exemplo o MIR chileno, seqüestrador de brasileiros, com direito a manifestações de solidariedade continental cada vez que um de seus agentes armados é preso e enviado à Justiça! Como se a mera existência de um poder invisível e onipresente, capaz de mudar a história de um continente sem que o público tenha a menor notícia do que está acontecendo, já não fosse em si mesma um formidável concurso de crimes, a anomalia das anomalias, a aberração das aberrações!

Nunca, fora dos países comunistas onde a mídia é oficialmente órgão de propaganda e desinformação, os jornalistas jogaram tão sujo quanto na ocultação pertinaz do Foro de São Paulo e na operação-desconversa que se seguiu à queda do muro de silêncio.

Mentir, eles mentiam antes. Agora partiram para o fingimento de segundo grau, a consolidação da impostura como um direito sagrado e um dever moral soberano, nada mais cabendo ao povo, diante desse ritual diabólico, senão curvar-se em respeitoso silêncio, prostituindo e sacrificando ante um ídolo de papel os últimos vestígios de dignidade que possam restar na sua alma exausta e entorpecida.


“Estadão” a soldo do PT

Março 28, 2009

Fique atento, caro leitor. Esse movimento contra a Camargo Correa na verdade é um movimento ligado à sucessão de 2010. Um aviso do PT aos financiadores de campanha.

Pouco a pouco se instala no Brasil o terror policial contra a plutocracia nacional. A esquerda, na marcha da sua revolução pela via de Antonio Gramsci, aparelhou a tal ponto os órgãos do Estado que o terror policial passou a ser tolerado como normalidade. O terror já faz parte da paisagem cotidiana, é manchete diária dos jornais.

Vimos o caso esdrúxulo da proprietária da loja Daslu ser condenada à inacreditável pena de 94 anos de prisão, que nem mesmo homicidas hediondos matadores de pais e de criancinhas receberam por seus crimes. A senhora Eliana Maria Tranchesi cometeu o “crime” mais bárbaro na ótica dos revolucionários, o de ter enriquecido por seus próprios méritos, por seu próprio empreendedorismo. Não vimos uma única palavra no jornal “Estadão” contra esse abuso judicial, que começou muito antes, pela formatação do sistema legal espúrio, tipificando crimes que não deveriam existir enquanto tal. E pelas escutas telefônicas “legais” (um abuso policial totalitário). Eis o desfecho  justiceiro da Justiça tornada revolucionária.

O mesmo caso vimos quando do episódio da prisão de Daniel Dantas. O aparelhamento das forças policiais federais contra empresários enquanto tal e, em especial, contra aqueles ligados aos grupos políticos tidos por inimigos tornou-se rotina. Ser empresário no Brasil hoje se tornou algo muito perigoso. Como o Estado é o grande cliente da maior parte das grandes empresas, elas têm que vender para ele de qualquer forma. E vender para o Estado é se submeter às máfias esquerdistas que o controlam e cobram propinas, como toda a gente sabe e ficou muito claro por ocasião da CPI dos Correios e no depoimento do ex-deputado Roberto Jefferson. E fazer negócios com esses mafiosos significa o risco de que eles mesmos usem a lei (moldada por eles mesmos), a polícia e a Justiça a qualquer momento, ao seu bel prazer, contra os fornecedores do Estado e contra qualquer um que se ponha no seu caminho.

É a lei positiva utilizada como guilhotina contra as pessoas de bem, que não têm como escapar às armadilhas. Essa gente precisa ter uma vida produtiva e vida produtiva exige vender ao Estado.  A situação lembra muito aquilo que aconteceu na Alemanha de Hitler. Quem não virou vassalo dos governantes nazistas foi simplesmente destruído, seja economicamente, seja moralmente. Muitos foram parar na prisão em face da inexorável lei injusta. O filme A LISTA DE SCHINDLER é uma crônica memorável desse momento funesto da História. Outro filme sobre a falsa Justiça sob revolucionários é o formidável UMA MULHER CONTRA HITLER. A lei praticando e suportando a mais hedionda injustiça

Escrevo essa nota, caro leitor, para apontar a má fé do “Estadão”, jornal posto a serviço do Planalto, como de resto toda a mídia. O caso dos grampos envolvendo o Grupo Camargo Correa, um dos gigantes da construção civil no Brasil, foi tão escandaloso que assustou a plutocracia nacional, tanto que mandaram plantar uma manchete “solidária” aos companheiros plutocratas:. “Operação assusta o Planalto”. Uma mentira escandalosa. Alguém imagina o Planalto assustado com os frutos de suas ações? O conteúdo da matéria não poderia ser mais ridículo, posto em negrito no alto da capa do jornal: “O advogado Marcio Thomaz Bastos, ex-ministro e conselheiro do presidente Lula, atendeu a solicitação do Palácio do Planalto e foi contratado pela Camargo Correa”. Ora, Lula agora escolhe os advogados das vítimas? Será isso um antídoto contra o totalitarismo em marcha? Deus nos acuda. Só um imbecil para engolir uma notícia dessa.

Vemos aqui o exemplo clássico da desinformação, da mentira pura e simples transformada em nota soporífera objetivando tranqüilizar a opinião pública. Fique atento, caro leitor. Esse movimento contra a Camargo Correa na verdade é um movimento ligado à sucessão de 2010. Um aviso do PT aos financiadores de campanha. Quem não estiver com eles estará contra eles. O PT não vai entregar o poder de bandeja, isso eu tenho escrito desde sempre. Será que elegerão a Dilma fazendo morrer de medo os financiadores da oposição? Estaremos diante do grande lance do PT para transformar a ex-guerrilheira Dilma na futura presidente? Penso que sim.

Primeiro vieram e pegaram o Daniel Dantes. Depois a Eliana Tranchesi (que deu emprego para a filha do Geraldo Alckmin, diga-se, e por isso tornou-se alvo dos revolucionários). Agora os diretores da Camargo Correa. Quem serão os próximos? Quando empastelarão o “Estadão”?

Meu caro leitor, essa gente que está indo para as masmorras, como Daniel Dantas e Eliana Tranchesi, merece ir por causa não dos alegados crimes impingidos pela arapongagem. Eles na verdade cometeram outros dois crimes que não estão tipificados no Código Penal: covardia diante dos inimigos de classe (e da civilização) quando eles começaram sua escalada ao poder e apoio político e financeiro aos seus algozes, uma vez no poder. Por isso merecem o castigo e muito mais. Não me causam nenhum sentimento de pena, mas de repulsa moral.

FONTE: www.midiasemmascara.org

DIvulgação: Carlos Latorre


Um presidente rascista?

Março 28, 2009

Aqui, os brancos de olhos azuis têm o mesmo valor dos pretos, dos mulatos, dos amarelos, dos índios, etc, etc. Nossa Constituição (da qual o presidente foi um dos redatores) não deixa dúvidas a respeito.

Nunca antes, na história deste país, havíamos tido um presidente da república que incentivasse o racismo. Pois bem, agora temos: nosso presidente – por descuido, premeditadamente ou por falta de assessoramento – declarou, alto e bom som, que a atual crise econômica foi provocada por pessoas brancas de olhos azuis. Declaração tão fora de propósito é até difícil de comentar. Que terá pensado de nós o primeiro-ministro britânico, que ficou de boca aberta, sem saber o que dizer? Será que não há limites para tantos destemperos? Será que a assessoria presidencial não pode (ou não quer) fazer nada a respeito?

Decididamente, o atual governo entrará para a História como o que mais conseguiu (ou, pelo menos, tentou) desunir o país, exatamente o contrário do que fizeram D. Pedro II e tantos insignes brasileiros que dedicaram sua vida à formação de um Brasil forte e uno. Tempos atrás, Lula declarou repetidamente que a culpa de todas as nossas mazelas era da elite, esquecendo-se de que ele próprio faz parte dessa elite, a mesma que dá empregos e gera riquezas. Em seguida, irritado pela recusa do Senado em prorrogar a vigência da CPMF, declarou, em rede nacional de televisão, que a derrota do governo era culpa de 10 milhões de ricos, que haviam logrado acabar com o único imposto que não conseguiam sonegar. Outro exemplo típico de incentivo às lutas de classes foi a criação de vagas privativas para minorias raciais nas universidades. Uma bomba que ainda não estourou com toda sua capacidade explosiva é a questão dos descendentes dos quilombolas, que está sendo tratada de forma completamente distorcida pelo governo, esquecido, por exemplo, que o bairro do Leblon já foi um quilombo e, segundo a legislação em vigor, pode ser sumariamente desapropriado.

Chega de fomentar ódios! Alguém consegue imaginar os americanos devolvendo aos índios a ilha de Manhattan, que foi trocada por dois garrafões de uísque?

É preciso que os homens de bem levantem sua voz e deixem claro, de uma vez por todas, que o Brasil é um país multirracial e que disso temos muito orgulho. Aqui, os brancos de olhos azuis têm o mesmo valor dos pretos, dos mulatos, dos amarelos, dos índios, etc, etc. Nossa Constituição (da qual o presidente foi um dos redatores) não deixa dúvidas a respeito. E mais: não queremos mudar.

Por último, é bom lembrar que devemos muito a essa gente branca de olhos azuis que hoje está sendo execrada. Por exemplo: a lâmpada elétrica, o automóvel, o avião, a televisão, o computador, a penicilina, a ultrassonografia, etc, etc.

Mário Ivan Araújo Bezerra é General-de-Divisão (R) do Exército Brasileiro.

FONTE: www.midiasemmascara.org

Divulgação: Carlos Latorre