Para que nós não nos esqueçamos de todos aqueles que perderam a vida pelas mãos da esquerda que lutava contra o Brasil para nos transformar numa sucursal de Cuba.
Segue o link da lista de nossos mortos.
Para que nós não nos esqueçamos de todos aqueles que perderam a vida pelas mãos da esquerda que lutava contra o Brasil para nos transformar numa sucursal de Cuba.
Segue o link da lista de nossos mortos.
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Jorge Baptista Ribeiro Clicando em O Jornal do Comércio, o leitor poderá se inteirar da íntegra da notícia, sob o título “Governo pede desculpas às vítimas do regime militar”. Encontrará um texto, sem encadeamento lógico e pleno de divergências e incoerências, mas propositalmente elaborado para estimular os seus neurônios a produzirem uma confusão mental subconsciente que ponha dúvidas em suas certezas conscientes. E quando dúvidas pululam numa cabeça em conflito, nada mais simples do que preencher esses espaços com conotativos tais que o “Respeitável Público”, já alquebrado nas suas trincheiras mentais, placidamente, os considere como verdades irretorquíveis, inclusive, respaldadas pelo Direito Consuetudinário e pareceres de “especialistas” encomendados, de forma que “entre les deux, o embuste e a verdade, “votre coeur balance”. Com bastante clareza e inegável propriedade, o filósofo Olavo de Carvalho, didaticamente, resume essa técnica, bastante utilizada na guerra psicológica revolucionária, num seu artigo publicado em: < http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6445 >. Entretanto, como o site Mídia Sem Máscara encontra-se fora do ar, em reparo técnico, para solucionar os problemas decorrentes da ação de um hacker. em anexo, segue cópia do artigo supracitado, intitulado: “Engenharia da confusão”. Por oportunas, algumas considerações se impõem quando se trata de uma luta revolucionária cruel e diabólica que, através os séculos, intenta a criação de um homem novo, totalmente diferente daquele que nos dá conta a tradição humana e cristã. Em “1984”, Orwell e em “Uma nova visita ao homem feliz”, Aldous Huxley, nos mostraram o poderio da ciência de domesticação dos povos que é a Psicopolítica, mais conhecida como lavagem cerebral, praticada pelos profissionais agentes do credo vermelho. Tanto usada para subjugação das massas quanto para transformar as convicções de um indivíduo e escravizar a sua psique aos desígnios comunistas. Para os que desejarem se aprofundar nesse assunto peço vênia para indicar quatro esclarecedoras leituras: 1 – “Psicologia das Multidões” – obra do filósofo francês Gustave Le Bon que em 1896 já apontava que a maioria das revoluções era feita com sucesso, trocando-se o significado das palavras e com isto promovendo-se uma enorme confusão de idéias em pessoas que, atônitas, repetiam sem pensar, certas instruções premeditadas para favorecerem a causa revolucionária, sem perceberem seus verdadeiros objetivos 2 – “Psicopolítica – Técnica da lavagem cerebral” de Kennet Goff, um ex-comunista norte-americano que se sentindo trapaceado por seus instrutores comunistas, ainda em tempo, tornou-se um fervoroso combatente anticomunista. Goff louva sua obra no que lhe fora ensinado, entre maio de 1936 e outubro de 1939 nas escolas clandestinas dos Estados Unidos, na sua maior parte, instruções extraídas do “Manual Comunista de Adestramento para a Guerra Psicológica”. 3 – Entrevista com Yuri Alexandrovitch Bezmenov – Ex-Agente da KGB – disponibilizada em: – Depoimento que mostra seu trabalho a serviço da KGB para cooptar intelectuais formadores de opinião, artistas e diplomatas para que estes se transformassem em agentes orgânicos. 4 – “Técnicas de Persuasão – Da propaganda à lavagem cerebral – J A C Brown – Editora Zahar Ao finalizar, quero deixar bem claro que nem é obra do acaso e muito menos mera coincidência o fato do caro leitor encontrar no texto da notícia do Jornal do Comércio divergências entre as falas do comandante Supremo da Forças Armadas e seus comparsas ideológicos. Tudo faz parte da estratégia da Guerra Psicológica que muitos não percebem e ainda debocham de uma minoria que procura fazer a parte que lhe toca como patriota que não deseja para o seu país a adoção de um regime alienígena e totalitário.
FONTE: Farol da Democracia Representativa. Divulgação: Carlos Latorre
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O Ministério do Meio Ambiente divulgou os nomes dos 100 maiores desmatadores do país:
1º colocado – Incra
2º colocado – Incra
3º colocado – Incra
4º colocado – Incra
5º colocado – Incra
6º colocado – Incra
40º colocado – Incra
44º colocado – Incra
Mas isso não diz tudo. Na lista divulgada, a área total desmatada é de 520.666,985 hectares. E quanto desse total cabe ao Incra? Nada menos de 229.208,649 hectares. Vale dizer: oito “projetos” do Incra desmataram o correspondente a 44% do total. Sozinho, fez quase o mesmo do que fizeram os outros 92…
E onde estão todas essas áreas? No Mato Grosso, governado por Blairo Maggi, que foi transformado na Geni dos ambientalistas; considerado uma espécie de “outro lado” de Marina Silva, a Madona Evangélica dos Povos da Floresta; ou, então, o brutamontes que só pensa em soja, invadindo as florestas agora defendidas por Carlos Minc e seus coletes maravilhosos.
Pois é… Chamem o ministro da Reforma Agrária para dar explicações. Alguém vai pegar no pé do homem? Devemos cobrar alguma coisa, sei lá, de João Pedro Stedile?
Havia muito tempo Blairo dizia que as coisas não eram como pareciam ser. Mas quem dava bola pra ele? Afinal, o homem está do lado errado “do bem”. Esse negócio de plantar soja, gerar empregos, trazer divisas para o Brasil não serve à poesia redentora dos povos da floresta. Isso parece, assim, uma coisa tão “produtivista”… Agora estamos diante de um desafio e tanto.
Parece que a preservação da floresta vai começar a entrar em contradição — isso é bom: esquerdistas adoram contradições — com os apelos por justiça social. Inventou-se no Brasil a teoria de que todo mundo tem “direito” a um pedaço de terra desde que julgue ter “direito a um pedaço de terra”. Trata-se de uma visão muito particular do que seja justiça social. Como avançar? Ora, vamos tomar a floresta…
Sugiro agora aos ambientalistas que façam um ato de desagravo a Blairo. E que demonizem, afinal, Luiz Inácio Lula da Silva. Se Blairo, governador, era culpado pelo suposto desmatamento feito por particulares, Lula é o culpado pelo desmatamento efetivamente praticado por um órgão do governo federal.
Donald Hank
Laigle’s Forum, September 28, 2008
The big scandal here is that no one in the media, whether “conservative” or liberal, will talk about the lawsuit against Obama. I recall recently that a caller to the Glenn Beck radio program brought this up. Immediately, Glenn told her this issue was nothing in comparison to so many other really important issues, and that there is no need to discuss it.
So much for the “free” conservative media. Rush is silent on this issue, and so is Hannity. And even “conservative” news sites on the web are ignoring it.
So what if this is not the “opportune” time to mention it? So what if it puts Hillary in a position to regain her candidacy? So what if liberals don’t want you to know?
This silence on the issue is proof that the press, whether “conservative” (I don’t think it is) or liberal, is in some way operating in someone’s interests, and that someone is not you!
Think about it: why is it that a Brazilian Newspaper (Diário do Comércio) is carrying news that is, for all intents and purposes, censored in the US?
I hope to be able to comment further on the self-censorship and the recent distortions in the “conservative” media. (Have you noticed how no one is protesting the bailout? They limit themselves to a discussion of who gets what of your money. Sickening!)
FONTE: http://www.olavodecarvalho.org/index.html
Divulgação: Carlos Latorre
Obama runs away from a lawsuit
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, September 28, 2008
http://laiglesforum.com/2008/09/28/322/
September 24 was the deadline for Barack Obama to file a response to the lawsuit, initiated by Democrat lawyer Philip Berg, which charges Obama with not fulfilling the constitutional requirements to be elected president, since he is not a natural born citizen of the United States. Barack Obama did not actually respond: he introduced a motion for dismissal, a typical delaying maneuver that makes the defendant look even more suspect.
A motion for dismissal consists in alleging that the plaintiff did not provide enough evidence to justify the continuation of the suit. That Obama’s lawyers should use this maneuver is a curious sample of the revolutionary inversion of judicial logic. Berg’s central argument is that Obama has not presented a printed birth certificate. It is the duty of the candidate to prove that he is a natural born American citizen, not the duty of the plaintiff to prove that he is not. The hard fact that the document has never come to light is enough for the suit to go forward, as there is not a single piece of evidence attesting that Obama has legal citizenship. But to this undeniable assertion, Berg added some strong evidence that (1) the electronic copy of the birth certificate exhibited by Obama’s campaign is false, and (2) Obama was born in Kenya. By challenging the insufficiency of these supplemental arguments, Obama’s lawyers are trying to dodge the central point: Where is the paper version of the certificate? If Obama had one, it would be enough to present it, and he would be acquitted on the spot. What his lawyers did suggests that he has no American birth certificate whatsoever.
In return, they have gained time, but at the expense of sowing the seed of a constitutional crisis that will fatally blow up sooner or later. If the suit is resolved only after the election—and if Obama is elected—the United States, instead of simply nullifying a candidacy, will find itself in the contingency of having to topple a president, automatically raising the ire of his devotees. Or else the United States will have to sacrifice its Constitution and laws on the altar of a grotesque pseudo-religion, artificial to the utmost, in which millions of idiots kneel down before an improvised arriviste without even bothering to ask where he came from. Both hypotheses are frightening, and if the motion for dismissal is accepted by the court, there will be no third one any more.
More and more I convince myself that all this, from the beginning, figured in the calculations of the creators of the Obama myth. More than just electing a president, they wished to implode a nation.
PS—All the documents of the lawsuit are on Phillip Berg’s site www.obamacrimes.com. If you have any difficulty in accessing it, do not be surprised: it has received over 15 million visitors in the last few days, and there has been a bit of a traffic jam.
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O líder do Hizb’allah, sheik Hassan Nasrallah.
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Primero: Porque Israel é nitidamente a vítima de uma nova agressão e é [uma obrigação] moral apoiar as vítimas. Israel abandonou Gaza; o Hamas seqüestrou um soldado israelense e lançou seus ataques com mísseis. Pouco depois, uma chuva de foguetes de curto e médio alcance lançada desde o Sul do Líbano pelos terroristas do Hizb’allah (Partido de Alá) caiu sobre o país, provocando baixas na população civil. Vários militares foram assassinados. Israel não está atacando: está se defendendo – tem o direito e o dever de fazê-lo.
Segundo: Porque, se Israel não se defender e não conseguir proteger seus cidadãos, repetir-se-á o massacre de judeus a que o mundo já assistiu (com bastante indiferença) durante o nazismo. Alguém duvida qual seria o comportamento de um governo palestino integrado pelo Hamas e pelo Hizb’allah se estes conseguissem derrotar o exército de Israel e dominar seu território? A ameaça de lançar os judeus ao mar não é uma metáfora, mas uma funesta promessa mil vezes reiterada pelos islamistas mais radicais.
Terceiro: Porque derrotar e desarmar o Hizb’allah confere ao Líbano a oportunidade de existir como uma sociedade próspera, pacífica e livre. O Hizb’allah, com sua agressiva milícia armada pelos sírios e iranianos (mais poderosa que o exército libanês), não somente procura destruir Israel: já destroçou o Líbano precipitando-o numa guerra que a maior parte dos libaneses não desejava.
Quarto: Porque Israel é a única democracia pluralista e respeitadora dos direitos humanos que existe no Oriente Médio. A única, com certeza, em que os árabes, inclusive os que detestam o Estado judeu, votam livremente e fazem parte do parlamento. A única em que as mulheres de religião islâmica estudam sem limitações, gozam dos mesmos direitos dos homens e não são tratadas como seres de segunda classe.
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Iranianas vestidas como mulheres-bomba manifestam apoio ao Hizb’allah.
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Quinto: Porque a única solução desse conflito depende da convivência pacífica entre Israel e um mundo islâmico que, finalmente, como sucedeu com o Egito e a Jordânia, admita o direito desse Estado existir. Parece que isso não vai ocorrer até que se chegue à convicção de que não é possível destruir o Estado judeu, algo que ficará muito mais claro se os inimigos de Israel perceberem que o mundo livre respalda sua integridade sem vacilações.
Sexto: Porque atrás do Hamas e do Hizb’allah estão as satrapias síria e iraniana, dois regimes inimigos do Ocidente que divergem no terreno religioso – a Síria é uma ditadura laica e o Irã é uma ditadura religiosa –, mas que convergem no ódio irracional às democracias liberais.
Sétimo: Porque o êxito econômico, político, científico e social de Israel tem o potencial de converter-se em um modelo para a região. Os árabes mais sensatos de Gaza ou da Autoridade Palestina, quando comparam a vida miserável que lhes é imposta pelos homicidas da Al Fatah, do Hamas e do Hizb’allah com o estilo de vida muito superior de seus irmãos palestino-israelenses, inevitavelmente chegam à conclusão de que a liberdade e a racionalidade rendem dividendos.
Oitavo: Porque a todo o planeta convém eliminar esses terroristas capazes de provocar uma escalada do conflito que pode levar a uma guerra devastadora. O Irã está a caminho de converter-se em um Estado nuclear, e seu presidente, Mahmud Ahmadinejad, tem reiterado que o Estado hebreu deve desaparecer. Ninguém duvida que, se ele tentar concretizar seu desejo, Israel responderá no mesmo nível e o resultado seria uma catástrofe para a região e para o mundo.
Nono: Porque o que anima os aventureiros a atacar Israel é a duplicidade de linguagem dos países do Ocidente, a indiferença e a falsa equivalência, como se as ações de terroristas desalmados, que aspiram ser suicidas-assassinos que explodem ônibus escolares ou disparam foguetes contra residências de civis, tivessem a mesma legitimidade que a resposta de uma sociedade que se defende dessas agressões.
Décimo: Porque aquela lição de história que nos explicava que os fundamentos morais da civilização ocidental se encontravam na tradição judaico-cristã era certa. No Ocidente, Israel somos todos. E se algum dia Israel perecer, isso representará um pouco a morte de todos nós. (Carlos Alberto Montaner – extraído de www.firmaspress.com – http://www.beth-shalom.com.br)
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, agosto de 2006.
FONTE: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/apoiar_israel.html
Divulgação: Carlos Latorre
Thomas Sowell
Tanto conservadores quanto esquerdistas ficariam indubitavelmente mais felizes vivendo no tipo de mundo sonhado pela esquerda.
Muito poucas pessoas têm interesses pessoais ou uma preferência ideológica por um mundo em que haja muitas desigualdades.
Menos ainda prefeririam um mundo em que grandes somas de dinheiro tenham de ser direcionadas para a defesa militar, quando tanto beneficio adviria se tais recursos fossem aplicados na pesquisa médica.
Não é surpresa que os jovens prefiram a esquerda. A única razão para rejeitarmos a visão da esquerda é que o mundo real em que vivemos é muito diferente do mundo que a esquerda percebe hoje e sonha para o amanhã.
A maioria de nós aprende com a experiência — mas experiência é precisamente o que os jovens não têm.
“Experiência” é freqüentemente apenas uma palavra pomposa para os erros que tardiamente percebemos que cometemos, somente depois que as realidades do mundo nos fizeram pagar um doloroso preço por estarmos errados.
Aqueles que estão isolados da dor — por terem nascido em famílias ricas, por estarem protegidos pelo estado de bem-estar social, ou isolados pela estabilidade de emprego na universidade ou no judiciário — podem permanecer num estado de imaturidade perpétua.
Indivíduos podem se recusar a crescer, especialmente quando circundados, no trabalho e na vida social, por outros indivíduos na mesma situação e com o mesmo universo mental.
Até pessoas nascidas em famílias comuns, mas que tiveram a oportunidade, pelo talento ou pela sorte, de ascenderem ao estrelato e à riqueza, podem, de forma similar, se colocar na posição invejável de poder escolher se vão crescer ou não.
Aqueles de nós que se lembram de como foi sua adolescência devem saber que crescer pode ser uma transição dolorosa do mundo protegido da infância.
Não importa o quanto sonhamos com a liberdade dos adultos: há muito menos entusiasmo em assumirmos a carga das responsabilidades da idade adulta e em pesarmos os dolorosos prós e contras num mundo que nos cerceia de todos os lados, muito depois de estarmos liberados das restrições de nossos pais.
Devemos nos surpreender com o fato de que os mais ardorosos apoiadores da esquerda são encontrados na juventude, no mundo acadêmico, dentre os ricos esquerdistas de limusines, celebridades da mídia e juízes federais?
Esses não são os proletários de Karl Marx, que supostamente fariam a revolução. A classe trabalhadora está hoje entre os mais céticos sobre a visão da esquerda.
Os trabalhadores comuns não estão na primeira fila dos apoiadores de Barack Obama, mesmo antes que seu desdém por eles escapou inadvertidamente.
A agenda da esquerda é boa para o mundo que eles acreditam existir hoje e para o mundo com que eles sonham para o futuro.
Esse é um mundo que não é cerceado por todos os lados por restrições e pelos dolorosos compromissos que as restrições implicam. No mundo deles há “soluções” atraentes, em que todos ganham, em vez daqueles horríveis compromissos que se tem de fazer no mundo em que o resto de nós vive.
No mundo deles, nós podemos tão somente conversar com as nações inimigas e resolver a situação, em vez de ter de derramar toneladas de dinheiro na construção de equipamentos militares para mantê-las acuadas. A esquerda chama isso de “mudança”, mas, de fato, é um conjunto de noções que já foi tentado pelas democracias ocidentais nos anos de 1930 — e que nos levou à mais catastrófica guerra da história.
Para aqueles que se preocupam em estudar história, foram precisamente as políticas opostas nos anos 1980 — derramar toneladas de dinheiro na construção de equipamentos militares — que pôs fim à Guerra Fria e à suas ameaças de um aniquilamento nuclear.
A esquerda lutou amargamente contra aquela “corrida armamentista” que, de fato, aliviou o peso da ameaça soviética, em vez de nos levar à guerra, como as elites alegavam.
Pessoalmente, eu preferiria que Ronald Reagan pudesse ter convencido os soviéticos a serem mais bonzinhos, em vez de ter gastado todo aquele dinheiro. Somente a experiência nos faz mais céticos sobre o ponto de vista “mais bonzinho e gentil” e a visão que o fundamenta.
Publicado por Townhall.com
Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo.
Publicado originalmente em português na newsletter do Mídia Sem Máscara.
Divulgação: Julio Severo e Carlos Latorre
Mais curiosidades obâmicas
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 25 de setembro de 2008
A coluna de Maureen Dowd citada no artigo anterior era falsa. O engraçadinho que a enviou a mim sabia disso, pois não pode tê-la colhido nas páginas do New York Times, onde ela nunca esteve.
Em todo caso, não a mencionei como prova de nada, apenas como ilustração, curiosa mas dispensável, de algo que já estava bem provado por mil e um outros meios: que, se a candidatura de Barack Obama, como qualquer outra, é subsidiada por uma multiplicidade de fontes, o mesmo não se pode dizer da sua carreira total, criada e financiada desde o início por pessoas ligadas a organizações pró-terroristas e/ou ao banditismo puro e simples. Quem formou sua mentalidade foram os doutrinadores extremistas Frank Marshall Davis e Jeremiah Wright, quem o lançou na política foi o terrorista William Ayers (do grupo “Homem do Tempo”), quem pagou seus estudos em Harvard foi um mentor dos “Panteras Negras”, quem mais coletou dinheiro para ele nas eleições ao Senado foi um vigarista sírio condenado por dezesseis crimes. Que essa candidatura desperte o entusiasmo de todos os grupos pró-terroristas e partidos comunistas do mundo não prova uma “conspiração” em sentido estrito – tecnicamente, nenhum movimento histórico de amplitude mundial pode ser chamado uma “conspiração” –, mas também não pode ser uma inocente coincidência ex post facto. Obama nasceu desse meio, alimentou-se dele, e o aplauso que daí recebe é apenas o reforço final necessário para que a ambição longamente acalentada de destruir os EUA desde dentro (e desde cima) deixe de ser apenas um sonho de mentes malignas e se torne uma temível realidade.
Ahmadinejad tem razão: a eleição de Obama, se acontecer, será o sinal verde para a conquista da América pelo Islam revolucionário e seus parceiros comunistas, como a sedução da alma do príncipe Charles por um guru muçulmano, mais de vinte anos atrás, – ignorada pela mídia até hoje – foi o início da conquista da Inglaterra. Esta geração dificilmente passará sem que o mundo veja a autodissolução da Igreja anglicana e sua transformação em entreposto do islamismo. Mas talvez passe sem que os EUA – e portanto Israel – consumem sua rendição sacrificial ante o altar de seus inimigos. A presente eleição americana não é o último lance dessa disputa, mas é certamente um dos mais decisivos.
Ainda não sei ao certo como a crise econômica sustada pela ação rápida da Presidência americana se insere nesse quadro, mas sei que ela foi criada pelos democratas, que agora escondem suas culpas, como sempre, por trás de acusações ao governo e extraem proveito eleitoral de seus próprios crimes ignorados pela população. Fannie Mae e Freddie Mac já estavam encrencados em 2005 e o Senado discutia uma lei para impedir o desastre. A lei foi bloqueada pelos senadores Hillary Clinton, Christopher Dodd e – vejam só – Barack Obama, que em seguida receberam vultosas contribuições de campanha de Fannie e Freddie. (Leiam a história em http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&sid=aSKSoiNbnQY0, e fiquem tranqüilos: ninguém me enviou a matéria por e-mail, eu mesmo a li na página da Bloomberg.)
Seria ingênuo esperar de esquerdistas uma conduta mais decente. Nas últimas semanas, eles apelaram aos expedientes mais extremos para esculhambar a candidatura McCain: montaram grupos terroristas armados de coquetéis Molotov para desmantelar a convenção republicana (cem incendiários foram presos na véspera, mas os remanescentes ainda fizeram um belo estrago), espalharam fofocas escabrosas sobre a família Palin (incluindo insinuações de incesto), armaram um escândalo nacional em torno da demissão de um policial no Alasca, como se fosse um novo Watergate, e invadiram os e-mails de Sarah Palin, publicando tudo (droga!, não havia nada de comprometedor). E a Folha de S. Paulo, com a cara mais bisonha do universo, informa a seus queridos leitores que Obama está escandalizado com o baixo nível dos ataques vindos da campanha McCain…
Conforme o previsto
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 23 de setembro de 2008
A pressa indecente com que os opositores nominais do governo correm para apoiá-lo ao mínimo aceno de alguma vantagem possível é a prova de que a passagem do PT pelo poder, exatamente como previ há mais de dez anos, e ao contrário do que afirmavam todos os sapientes, não terá sido um episódio normal do rodízio democrático, e sim a inauguração de um novo sistema que, superposto à ordem democrática, terminará – já quase terminou – por engoli-la e fazê-la desaparecer para sempre.
A “Nova República” não foi senão uma tênue interface entre o governo militar e o Brasil socialista, marcado pela hegemonia esquerdista em todos os setores da vida social, pela simbiose macabra entre o governo e o banditismo crescente, pela corrupção em níveis jamais antes imaginados, pela destruição completa da cultura superior, pela institucionalização do paternalismo estatal como garantia do apoio popular, pelo fechamento das fronteiras mentais do país ao debate de idéias no mundo, pela transformação do sistema de ensino em máquina de adestramento da militância comunista e, last not least, pela progressiva e tácita criminalização de toda atividade capitalista, louvada ao mesmo tempo, numa alternância pavloviana de choques e queijos, como indispensável ao progresso da nação. Como, no meio de toda essa tragédia, a economia cresce um pouquinho e esse pouquinho basta para acalmar uma multidão de consciências que aliás jamais foram muito exigentes, o sucesso do conjunto está garantido, e é óbvio, é patente que o sr. Lula tem todas as condições não apenas para fazer o seu sucessor, mas o sucessor do seu sucessor e todos os sucessores deste último por muitas décadas à frente. Cada político “de oposição” sabe disso e já tem nas mãos um leque de estratégias para adaptar-se à situação o mais confortavelmente possível, até simulando motivos éticos. E os militares? Eles têm algum ressentimento, é verdade, mas, marginalizados e reduzidos a condições de subsistência humilhante, já nada podem fazer senão esboçar aqui e ali um protesto simbólico, ridicularizado pela mídia. Muitos deles já parecem reger-se pela psicologia dos miseráveis: prometam-lhes alguma coisa, por mínima que seja, e eles farão o que você quiser. Antigamente a farda protegia contra a deterioração moral do ambiente. Mas ela não pode proteger contra uma cultura inteira. Só um gênio ou um louco pode desaculturar-se a si próprio. O homem comum, fardado ou não, cede à onipresença hipnótica dos contravalores que antes desprezava, em nome de valores dos quais já não se lembra. Tudo o que muitos oficiais das nossas Forças Armadas estão esperando é um pretexto patriótico para a adesão final. Criaturas solícitas como o general Andrade Nery dão o melhor de si para fornecê-lo, dirigindo habilmente contra os EUA o ódio que deveria se voltar contra o globalismo anti-americano da ONU, o qual, sob pretextos indigenistas e contando com a proteção da Presidência da República, vai comendo território e reservas minerais do Brasil enquanto a “Hora do Povo” e o próprio sr. presidente desviam as atenções de civis e militares para a presença alegadamente ameaçadora da IV Frota americana que, é claro, vem roubar o nosso petróleo…
Esse panorama não apenas já era previsível em 2002 e até bem antes, como foi efetivamente previsto nos meus próprios artigos, enquanto ilustres comentaristas políticos e analistas estratégicos, pagos a peso de ouro pelo empresariado, diziam que nada disso ia acontecer, que o PT desfrutaria de seus quinze minutos de fama e em seguida sumiria na lata de lixo da História, deixando caminho aberto aos liberais para que construíssem uma democracia capitalista moderna e pujante, de fazer inveja à Suíça.
Pela raiva que tantos ainda sentem de quem lhes disse a verdade, pela generosidade com que continuam premiando quem os ludibriou, o que me pergunto é se, sob o pretexto de ouvir análises de conjuntura, o que querem mesmo não são apenas umas palavras animadoras, tanto mais bem-vindas quanto mais falsas.
Commentary by Kevin Hassett
Sept. 22 (Bloomberg) — The financial crisis of the past year has provided a number of surprising twists and turns, and from Bear Stearns Cos. to American International Group Inc., ambiguity has been a big part of the story.
Why did Bear Stearns fail, and how does that relate to AIG? It all seems so complex.
But really, it isn’t. Enough cards on this table have been turned over that the story is now clear. The economic history books will describe this episode in simple and understandable terms: Fannie Mae and Freddie Mac exploded, and many bystanders were injured in the blast, some fatally.
Fannie and Freddie did this by becoming a key enabler of the mortgage crisis. They fueled Wall Street’s efforts to securitize subprime loans by becoming the primary customer of all AAA-rated subprime-mortgage pools. In addition, they held an enormous portfolio of mortgages themselves.
In the times that Fannie and Freddie couldn’t make the market, they became the market. Over the years, it added up to an enormous obligation. As of last June, Fannie alone owned or guaranteed more than $388 billion in high-risk mortgage investments. Their large presence created an environment within which even mortgage-backed securities assembled by others could find a ready home.
The problem was that the trillions of dollars in play were only low-risk investments if real estate prices continued to rise. Once they began to fall, the entire house of cards came down with them.
Turning Point
Take away Fannie and Freddie, or regulate them more wisely, and it’s hard to imagine how these highly liquid markets would ever have emerged. This whole mess would never have happened.
It is easy to identify the historical turning point that marked the beginning of the end.
Back in 2005, Fannie and Freddie were, after years of dominating Washington, on the ropes. They were enmeshed in accounting scandals that led to turnover at the top. At one telling moment in late 2004, captured in an article by my American Enterprise Institute colleague Peter Wallison, the Securities and Exchange Comiission’s chief accountant told disgraced Fannie Mae chief Franklin Raines that Fannie’s position on the relevant accounting issue was not even “on the page” of allowable interpretations.
Then legislative momentum emerged for an attempt to create a “world-class regulator” that would oversee the pair more like banks, imposing strict requirements on their ability to take excessive risks. Politicians who previously had associated themselves proudly with the two accounting miscreants were less eager to be associated with them. The time was ripe.
Greenspan’s Warning
The clear gravity of the situation pushed the legislation forward. Some might say the current mess couldn’t be foreseen, yet in 2005 Alan Greenspan told Congress how urgent it was for it to act in the clearest possible terms: If Fannie and Freddie “continue to grow, continue to have the low capital that they have, continue to engage in the dynamic hedging of their portfolios, which they need to do for interest rate risk aversion, they potentially create ever-growing potential systemic risk down the road,” he said. “We are placing the total financial system of the future at a substantial risk.”
What happened next was extraordinary. For the first time in history, a serious Fannie and Freddie reform bill was passed by the Senate Banking Committee. The bill gave a regulator power to crack down, and would have required the companies to eliminate their investments in risky assets.
Different World
If that bill had become law, then the world today would be different. In 2005, 2006 and 2007, a blizzard of terrible mortgage paper fluttered out of the Fannie and Freddie clouds, burying many of our oldest and most venerable institutions. Without their checkbooks keeping the market liquid and buying up excess supply, the market would likely have not existed.
But the bill didn’t become law, for a simple reason: Democrats opposed it on a party-line vote in the committee, signaling that this would be a partisan issue. Republicans, tied in knots by the tight Democratic opposition, couldn’t even get the Senate to vote on the matter.
That such a reckless political stand could have been taken by the Democrats was obscene even then. Wallison wrote at the time: “It is a classic case of socializing the risk while privatizing the profit. The Democrats and the few Republicans who oppose portfolio limitations could not possibly do so if their constituents understood what they were doing.”
Mounds of Materials
Now that the collapse has occurred, the roadblock built by Senate Democrats in 2005 is unforgivable. Many who opposed the bill doubtlessly did so for honorable reasons. Fannie and Freddie provided mounds of materials defending their practices. Perhaps some found their propaganda convincing.
But we now know that many of the senators who protected Fannie and Freddie, including Barack Obama, Hillary Clinton and Christopher Dodd, have received mind-boggling levels of financial support from them over the years.
Throughout his political career, Obama has gotten more than $125,000 in campaign contributions from employees and political action committees of Fannie Mae and Freddie Mac, second only to Dodd, the Senate Banking Committee chairman, who received more than $165,000.
Clinton, the 12th-ranked recipient of Fannie and Freddie PAC and employee contributions, has received more than $75,000 from the two enterprises and their employees. The private profit found its way back to the senators who killed the fix.
There has been a lot of talk about who is to blame for this crisis. A look back at the story of 2005 makes the answer pretty clear.
Oh, and there is one little footnote to the story that’s worth keeping in mind while Democrats point fingers between now and Nov. 4: Senator John McCain was one of the three cosponsors of S.190, the bill that would have averted this mess.
(Kevin Hassett, director of economic-policy studies at the American Enterprise Institute, is a Bloomberg News columnist. He is an adviser to Republican Senator John McCain of Arizona in the 2008 presidential election. The opinions expressed are his own.)
To contact the writer of this column: Kevin Hassett at khassett@aei.org
Last Updated: September 22, 2008 00:04 EDT
FONTE: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=newsarchive&sid=aSKSoiNbnQY0
Divulgação: Carlos Latorre